Ray Tracing: os jogos que têm (ou terão) suporte à tecnologia

O Ray Tracing, recurso que deve ser fundamental na próxima geração de consoles, já pode ser visto em PCs com placas de vídeo GeForce RTX. Elas permitem utilizar essa tecnologia em alguns poucos jogos, mas já dá para perceber como isso muda completamente a iluminação e reflexos dos ambientes. Confira abaixo quais jogos disponíveis hoje (e futuramente) têm esse recurso implementado.

Cyberpunk 2077

Um dos jogos mais esperados do ano que vem, fará uso massivo do Ray Tracing. Com locais repletos de luzes e reflexos, “Cyberpunk 2077” tem potencial para mostrar um dos melhores usos dessa tecnologia.


Battlefield V

Um dos primeiros jogos a implementar Ray Tracing e bastante utilizado pela Nvidia para demonstrar essa tecnologia no ano passado. A principal mudança visual são os reflexos, que ficam mais realistas.


Control

Lançado recentemente, “Control” é, provavelmente, o melhor uso de Ray Tracing até agora. Ao contrário de outros jogos, “Control” permite ao jogador escolher quais funções do Ray Tracing quer ativar, o que ajuda caso a performance do PC fique abaixo do esperado.


Metro Exodus

Outro exemplo incrível de boa implementação da tecnologia. A iluminação melhorada faz com que os locais com sombras fiquem verdadeiramente escuros, o que melhora consideravelmente a ambientação. A expansão “Two Colonels” também tem suporte ao Ray Tracing.


Minecraft

Pelo que foi mostrado até agora, Ray Tracing em “Minecraft” será algo de cair o queixo. O ganho da imagem impressiona e promete trazer novos usuários para apreciar os gráficos bem mais elaborados.


Quake II RTX

Com o Ray Tracing, poderemos ver jogos antigos com visuais renovados também. É o caso do clássico “Quake II”, que ganhou vida nova e trouxe a experiência memorável dos anos 90 para os dias atuais.


Shadow of the Tomb Raider

Demorou alguns meses, mas a nova aventura de Lara Croft recebeu Ray Tracing em março deste ano, melhorando razoavelmente a iluminação presente no jogo, fazendo com que sombras mais elaboradas fossem geradas nos cenários.


Stay in the Light

“Stay in the Light” é um jogo de terror em primeira pessoa que atualmente encontra-se no acesso antecipado do Steam. Ele também funciona com placas de vídeo sem o Ray Tracing ainda que a produtora recomende o uso de placas RTX para uma “experiência completa”.


Wolfenstein: Youngblood

O novo “Wolfenstein” será o primeiro jogo da franquia a fazer uso do Ray Tracing das placas GeForce RTX. Infelizmente ele foi lançado sem o recurso, que ainda levará algum tempo para ser implementado no jogo, algo que acontecerá por meio de uma atualização gratuita.


Atomic Heart

Previsto para ser lançado ainda em 2019, “Atomic Heart” é um jogo de aventura em primeira pessoa onde o jogador é um agente especial que trabalha para a União Soviética. Com uma GeForce RTX, poderá testar uma demo técnica que mostra como será o Ray Tracing no jogo final.


Call of Duty: Modern Warfare

O próximo jogo da popular franquia de jogos de tiro chega em outubro com Ray Tracing, uma implementação dará aos gráficos sombras e iluminação mais verossímeis, aumentando o realismo dos cenários.


Doom Eternal

Com o sucesso do reboot de “Doom” em 2016, fãs aguardam novembro para poder jogar mais este jogo da clássica franquia da id Software. O Ray Tracing foi confirmado, mas só será implementado algum tempo após o lançamento.


Dragon Hound

Este novo MMO, que até algum tempo atrás chamava-se “Project DH”, colocará o jogador em um mundo dominado por dragões que precisam ser abatidos por caçadores em montarias. Podemos esperar um uso de Ray Tracing para melhorar os reflexos e sombras do jogo.


Dying Light 2

Com o sucesso de “Dying Light”, uma sequência era inevitável. Além das melhorias na jogabilidade, o jogo contará com um Ray Tracing que, se for implementado da maneira vista em “Metro Exodus”, aumentará consideravelmente a imersão.


Enlisted

“Enlisted” é um MMO de tiro em primeira pessoa com temática da Segunda Guerra Mundial. Ele promete fazer uso do Ray Tracing para retratar com mais realismo visual alguns dos episódios mais importantes daquele período.


Justice

O novo jogo da chinesa NetEase vem para competir com outros gigantes do gênero. Um dos chamarizes para atrair jogadores serão os gráficos melhorados com Ray Tracing, que podem, inclusive, ser vistos por meio de uma demo disponibilizada pela Nvidia.


JX3

Um MMO chinês que talvez nunca vejamos por essas bandas. Remake do jogo de mesmo nome, lançado em 2009 e bastante popular na China, foi um dos primeiros jogos a confirmarem a utilização do Ray Tracing.


Mechwarrior 5: Mercenaries

As batalhas no próximo “Mechwarrior” prometem ser mais as realistas de toda a franquia, em parte graças ao Ray Tracing. Certamente teremos novidades até a chegada do jogo, previsto para dezembro.


Synced: Off Planet

Mais um título da gigante chinesa Tencent, desta vez focado no multiplayer competitivo e cooperativo com suporte para +50 jogadores. A promessa é entregar um dos mais incríveis usos do Ray Tracing, melhorando as sombras e reflexos do jogo.


Vampire: Bloodlines 2

Sequência do aclamado RPG de 2004 chega ano que vem para dar continuidade à guerra entre as diversas facções de vampiros, com o Ray Tracing vindo para dar mais realismo aos cenários.


Watch Dogs: Legion

Um dos mais ambiciosos jogos da Ubisoft, que permitirá ao jogador controlar praticamente qualquer personagem no mundo aberto do game. O Ray Tracing visa ampliar os detalhes da cidade e melhorar drasticamente a aparência dos reflexos, sombras e iluminação.

Lançado “Smash and Grab” o 2o. curta da SparkShorts

Dirigido por Brian Larsen e produzido por David Lally a história trata de dois robôs antiquados que, depois de anos de trabalho duro na sala de máquinas de uma locomotiva imponente, arriscam tudo pela liberdade.

O primeiro curta “Purl” estreou semana passada conforme divulgamos aqui no blog.

O terceiro e último curta “Kitbull” será lançado no próximo dia 18 de fevereiro. Dirigido por Rosana Sullivan e produzido por Kathryn Hendrickson conta a história de uma conexão improvável entre duas criaturas: um gatinho vadio ferozmente independente e um pit bull. Juntos, eles experimentam a amizade pela primeira vez.

Estas três primeiras produções e as próximas da SparkShorts estarão disponíveis no Disney+, o serviço de streaming direto ao consumidor da Walt Disney a ser lançado nos EUA até o final de 2019

“Purl” a estreia da incubadora de talentos da Pixar

“Purl” é o primeiro de 3 curtas criados pela iniciativa experimental SparkShorts, a incubadora de talentos da Pixar que tem como missão descobrir novos contadores de histórias, explorar novas técnicas de narração além de servir como laboratório de testes para novos softwares e fluxos de produção.

Dirigido por Kristen Lester, uma jovem animadora que baseou o roteiro em sua própria vivência, o curta apresenta uma bola de lã, que consegue um emprego em uma start-up centrada no sexo masculino de alta energia e ritmo acelerado. As coisas começam a se desenrolar quando ela tenta se encaixar no grupo e posteriormente se pergunta até onde está disposta a ir para conseguir a aceitação que tanto anseia num ambiente corporativo dominado por homens.

Outra produção, já finalizada, é “Smash and Grab” e estará disponível dia 11 de fevereiro. Dirigido por Brian Larsen e produzido por David Lally trata de dois robôs antiquados que, depois de anos de trabalho duro na sala de máquinas de uma locomotiva imponente, arriscam tudo pela liberdade.

O último curta a ser lançado dia 18 de fevereiro chama-se “Kitbull”. Dirigido por Rosana Sullivan e produzido por Kathryn Hendrickson conta a história de uma conexão improvável entre duas criaturas: um gatinho vadio ferozmente independente e um pit bull. Juntos, eles experimentam a amizade pela primeira vez.

Estas três primeiras produções e as próximas da SparkShorts estarão disponíveis no Disney+, o serviço de streaming direto ao consumidor da Walt Disney a ser lançado nos EUA até o final de 2019.